sábado, 22 de setembro de 2012

Vôo






As asas abrem e o vôo começa
Ir para longe do passado
Passar por montanhas de pesadelo
Por nuvens de saudade
Deixa que as lagrimas do céu banhem meu corpo cansado de tantas labutas
Avistar novas rimas e um novo repouso
Um colo onde possa me deitar
Uma fonte onde possa beber
Bom este vôo esta demorando a acabar
Mais sei que seu fim esta próximo.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A Fabrica e o Hawaii







De alegrias a dor
De piraçãoes e plena razão
Do tambor do palhaço até os Pampas
Duas formas de engrenagens
Cênica e Musical
Das canções a inspiração para as falas
Do texto ganho o beijo, ao som do mais belo sotaque
Logo após a cena
O violão
Dedilho engrenagens
Colho sorrisos
Planto amores
Minha vida se resume
Da Fabrica ao Hawaii

sábado, 15 de setembro de 2012

Procura







Hoje abri o baú que fica no canto das minhas lembranças
Fui procurar cobertor e vinho para poder simular aquele calor
O vazio preenchia todo o meu baú
Fui até o armário que fica ao lado de minhas frustrações
Procurar vinho para poder embriagar a solidão
Lá só tinha a boemia que insiste em me perseguir
Fui até a janela para tomar um pouco de ar
Lá tinha todo aquele papo sobre recomeço e novos ares
E de lá me joguei. 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Frestas Em Minha Armadura


Chega uma hora em que a solidão bate até mesmo dentro da armadura. 
Que o choro que tanto seguro escorre.
E a boca que tantas vezes pronunciou boêmia.
Agora grita companhia. 
Demorei tanto para fechar a armadura, e a pouco coloquei o elmo. 
E me meu corpo e espírito suplicam por alguém. 
Ou seja todo meu esforço para ser só. Foi em vão.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Caos





O que se encarrega para que o Caos ocorra?

O medo?
As disputas?
As crenças?
Amores?
Valores?
Não;
O Álcool é o caos liquido!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Actuare




Saudade dos textos
Das luzes
Da tensão
Das horas de Viagem
Saudade
Do figurino
Das brigas
Dos bons momentos
Da platéia
Dos amigos
E  aplausos 

sábado, 21 de julho de 2012

Gira








E quem disse que não gira? 
Se a poesia Teresina atravessa costumes e manias 
E desembarca no sul capixaba. 
E quem disse que não gira?
Se o amor que escrevo no frio do meu quarto 
Em poucos segundos esta na boca da Myrla.
Se isso não é prova de que gira 
Que se faça no Espirito Santo 
Nosso primeiro Sarau de Poesia